quarta-feira, 12 de julho de 2017

DESPEDIDAS...



Já há muito que não publico nada...
As agulhas entretanto não pararam e de vez em quando os tachos das pinturas saíram do armário.
Houve ocasiões tristes com a partida de dois membros queridos da família. Com 4 patinhas, mas família na mesma.
O meu Cookie foi resgatado de um canil há anos, viveu bem, foi feliz e brincou muito. Nunca soube o que era um cadeado. De repente adoeceu e partiu.
A Chiquinha era uma guerreira, uma pinscher da minha filha mais nova, que nos acompanhou no regresso a Portugal. Tinha uma respeitável idade e viveu uma vida de "bandida" terrível. Ela sim podia ser chamada de cão de raça perigosa! No seu curriculum constava muito calcanhar (não chegava mais alto) tasquinhado, um carteiro assustado, um agente de seguros que praticou salto em altura digno de qualquer atleta olímpico e manter em sentido outros cães onde ela caberia dentro da boca, entre eles um grande Husky, o Lucky.
Quase fui acusada de psicopata por achar digna e justa a lei pela qual os animais de companhia foram equiparados a seres e deixaram de ser coisas (um dia será para todos), enquanto os velhinhos são maltratados e abandonados.
Além de na minha vida ter tido um enorme lugar para os idosos, ter ajudado e acompanhado imensos, também devido ao meu trabalho no sector da saúde, mas acima de tudo pelo fascínio de os ouvir contar as suas histórias de vida, não consigo perceber por mais que argumentem porque as duas situações não podem coexistir. Porque uma tem que invalidar a outra? Não se podem respeitar seres humanos e não humanos? Arrisco mesmo a dizer que há não humanos a dar enormes lições de humanidade aos ditos humanos inteligentes...



A minha Chiquinha. Viveu longos e felizes anos. Deu-nos muito em troca e é dolorosa a partida. Mas mantê-la na situação que estava era cruel e egoísta. Uma dentadinha 💔 minha querida...





O meu Cookie, um doce de estarola. O tempo que esteve comigo foi curto, poucos anos, mas resta o consolo de saber que foi feliz.
Um lambeijo 💔 meu doce cabeludo...




Gostaria de acreditar que um dia reencontrarei todos os meus patudos e poderíamos correr e brincar juntos. Fica o sonho.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

E outro teste se seguiu...
Tenho a impressão que isto se torna viciante!

 Pintei mais umas lãs e mãos à obra.
O resultado foi este e a designer gostou, já que pediu para usar quatro fotos.
Vaidosa? Claro que sim! Mentia se dissesse o contrário.









domingo, 31 de julho de 2016

Mais um teste...
De um xaile, claro. Deve ser viciante.
Escolhi a opção de adicionar uma pedra de bijutaria em cada borla e um fecho, de forma a usar o xaile das duas formas.
http://www.ravelry.com/patterns/library/wild--free





Selvagem e livre é o nome do xaile




Como são as flores, os insectos






O sol poente